MARCO TÚLIO OLIVEIRA

 

PSICÓLOGO e PSICANALISTA

CRP 06/113235

 

 

PSICOTERAPIA

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TERAPIA SEXUAL

A Terapia Sexual é indicado para os quadros de desejo sexual exagerado ou de sexo compulsivo; perda de libido ou baixo interesse sexual; entender questões de identidade e gênero; capacitação de assunção da sexualidade; problemas decorrentes da menopausa; quadros de aversão sexual, entre outros.

 

Disfunções sexuais são distúrbios relacionados a uma ou mais das fases do ciclo de resposta sexual.

 

Segundo o “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), este ciclo está dividido em quatro fases, a saber; desejo, excitação, orgasmo e resolução.
 
A fase do desejo caracteriza-se por fantasias sexuais e pelo desejo de ter atividade sexual; a da excitação compõe-se de um sentimento de prazer sexual juntamente com modificações fisiológicas (ereção do pênis - lubrificação e expansão vaginal); a fase do orgasmo representada pelo clímax do prazer sexual, ocorrendo a liberação da tensão sexual e contração rítmica dos órgãos genitais; e a da resolução, colorida pela sensação de relaxamento muscular e de bem-estar.


disfunção sexual é um processo “psicossomático” genuíno de forma que, geralmente, tanto os processos psicológicos como os somáticos estão envolvidos na gênese das disfunções sexuais. Portanto, na maioria dos casos de disfunção sexual, pode-se identificar perturbação tanto na “sensação subjetiva” do prazer como no “desempenho objetivo”.
 
A disfunção sexual pode ser “biogênica” quando se tem a evidência que é causada por efeitos fisiológicos de uma dada condição médica ou de uma droga de abuso.
 
Diz-se que a mesma é “psicogênica” quando decorre de conflitos intrapsíquicos ou intrapessoais, transtornos emocionais, experiências negativas, acarretando, por exemplo, a redução ou aumento do apetite sexual.
 
A perda do desejo sexual pode ocorrer para ambos (transtorno de desejo sexual hipoativo) sendo na mulher mais reconhecida como “frigidez”. As causas mais comuns incluem deterioração do relacionamento, hostilidade em relação ao parceiro, abstinência sexual prolongada, defesa contra perigos inconscientes, estresse, uso equivocado ou defensivo de princípios religiosos, etc.
 
Estes mesmos fatores podem também gerar aversão e falta de prazer sexual que se caracteriza por um quadro de ansiedade e medo suficientes para esquivar-se da atividade sexual.
 
A falha de resposta genital nos homens se caracteriza pela “disfunção eréctil”, ou seja, dificuldade de atingir ou manter uma ereção adequada ao coito satisfatório. Quando a ereção ocorre em determinadas situações, como na masturbação, durante o sono ou com outra parceira, a causa provável é psicogênica. Nas mulheres, tal disfunção se apresenta como ressecamento vaginal ou deficiência de lubrificação, cuja causa pode ser de natureza psicogênica ou biogênica.
 
Na “disfunção orgástica”, o orgasmo não ocorre ou está deveras retardado, podendo ser situacional (psicogênica) ou generalizada (fatores orgânicos pré-disposicionais ou adquiridos). Opostamente, na “ejaculação precoce”, na maioria dos pacientes, a causa é psicogênica, ocorrendo, em casos extremos, antes da penetração e até na ausência de ereção.
 
O “vaginismo não-orgânico”, espasmo dos músculos que circundam a vagina ocluindo a abertura vaginal e impedindo a penetração do pênis ou tornando-a dolorosa, é também reconhecido como “vaginismo psicogênico”. Por sua vez, a dor genital durante ou após a relação sexual, pode ser decorrente de condição patológica local (ressecamento vaginal, vaginismo, etc.) ou de causa psicogênica (dispareunia não-orgânica) muito mais frequente nas mulheres.